Trend converte? Trend diverte? Vamos conversar sobre isso?

Você que tem um negócio e entra em todas as trends, responda com sinceridade: isso tem gerado vendas reais?

Não somos contra trends. Pelo contrário. O problema é quando elas são usadas sem estratégia. Trend sem propósito costuma dar trabalho, gerar engajamento superficial e, na maioria das vezes, não converter. Pior ainda: muitas não conectam com o público certo.

Além disso, uma trend mal escolhida pode custar algo muito mais valioso do que likes: a reputação da marca.

“Ah, mas pelo menos a trend diverte, gera entretenimento.” Nem sempre.

Há poucos dias, por exemplo, viralizou a trend do “Brad Pitty” no Rio Grande do Sul. Alguns clientes nos procuraram querendo aproveitar o assunto. Nossa análise foi simples: a menos que o negócio fosse um escritório de advocacia que atue com vítimas de estelionato ou um profissional da saúde ligado à psicologia ou relações humanas, qual seria o sentido de usar uma trend que expõe e fragiliza uma pessoa?

Essa foi exatamente a explicação que demos. E os clientes concordaram ao entender o que estava por trás daquela trend: exposição indevida e possíveis impactos emocionais.

Uma marca que busca conexão real, reputação e crescimento sustentável precisa ter seus propósitos muito claros. Cada post, cada comunicação, deve reforçar esses valores. “Negociar” uma marca construída ao longo de anos em troca de likes momentâneos pode sair caro.

Por isso, vale a reflexão: um conteúdo útil, menos pasteurizado, mais educativo e com maior potencial de conversão não seria mais interessante para a sua marca do que estar presente em todas as trends? Na maioria dos casos, essas trends são superficiais e entregam pouco resultado real.

Nossos clientes já entraram em várias trends, sim, e com bons resultados. Mas sempre em conteúdos que fazem sentido para a marca, que agregam valor e que, principalmente, não têm potencial nocivo para outras pessoas nem para a própria reputação do negócio.

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